Aula 48 Ditadura Militar no Brasil PORTFÓLIO

TEMA: Ditadura Militar no Brasil

 

Nossa aula presencial por meio de tecnologia foi, terça-feira, 24/08/2021 às 08:00h, foi retomada, sexta-feira, 27/08/2021 às 08:00h, foi retomada, terça-feira, 31/08/2021 às 08:00h, foi retomada, sexta-feira, 03/09/2021 às 08:00h, foi retomada, sexta-feira, 10/09/2021 às 08:50h

 

Você poderá acessar à aula pelo computador ou celular clicando no link abaixo:

 

🏛CLIQUE PARA ENTRAR NA AULA ONLINE AO VIVO🔗

Microsoft Teams



Instrução para mantermos a qualidade da aula:

Entre com microfone desligado para não dar interferências 🔇.

Durante a aula, ligue o microfone somente quando quiser perguntar ou comentar algo, feita sua fala, desligue novamente 🗣.

O chat online fica exclusivo para orientações e instruções do professor 📧.
Serão bonificad@s @s alun@s que ativarem a câmera durante a aula
📸

 

CLIQUE AQUI para registrar sua frequência na aula online ao vivo


 

Aula online ao vivo 24/08/2021

https://youtu.be/VZPhJL571-0

Aula online ao vivo 27/08/2021

https://youtu.be/m3EYHGUqqK4

Aula online ao vivo 31/08/2021

https://youtu.be/YdBquAUpC8c

Aula online ao vivo 03/09/2021

https://youtu.be/afJixnVvbHs

Aula online ao vivo 10/09/2021


UNIDADE TEMÁTICA:

Relações políticas, religiosas, culturais e econômicas no mundo moderno e contemporâneo.

 

HABILIDADE(S):

Identificar o processo de redemocratização da “Nova República” brasileira com a culminância da promulgação da Constituição de 1988.

 

Compreender o processo histórico de redemocratização brasileiro e seus desdobramentos.

 

OBJETO DE CONHECIMENTO:

Brasil e Goiás: Redemocratização e a Constituição Cidadã de 1988.

 

CONTEÚDO:

Brasil e Goiás: Redemocratização e a Constituição Cidadã de 1988.

 

METODOLOGIA:

O objetivo dessa aula é trabalhar a temática da Ditadura Militar no Brasil de 1964 a 1985 com vistas em estabelecer uma aproximação com os fatos e fomentar críticas inerentes. Para tanto nos serviremos de texto para leitura e de recurso tecnológico na forma de música e vídeo para interação com os alunos na aula.

 

MATERIAL:

Os anos 60 no Brasil foram feitos de revoluções e deixaram muitas lições para a história. Foi nessa década que a ditadura militar foi instaurada, especificamente no ano de 1964. Foi uma década marcada pela repressão, censura e violência. Uma época que, no âmbito político, foi muito marcada por falta de democracia.

 

Na política, os anos 60 no Brasil não foram anos de orgulho. No ano de 68 o Ato Constitucional Nº5 é decretado. Com este ato, considerado um dos mais repressivos da ditadura militar, juízes foram aposentados, o habeas corpus foi cancelado, manifestações políticas foram proibidas, a censura aumentou e a violência da polícia e do exército também.

 

A década de 60 também foi um ano de revolução na cultura brasileira. Na música surge o Tropicalismo e a Jovem Guarda. O tropicalismo foi um movimento cultural que misturava influências do pop, rock e cultura brasileira. As letras criticavam a ditadura e muitos dos representantes desse movimento foram presos e exilados.

 

A moda nos anos 60 no Brasil era copiada de lugares como Paris, Milão. Foi também nessa década que a televisão em cores começava a chegar ao mundo, e no Brasil a rede globo foi inaugurada. Artistas aproveitavam para apresentar suas músicas contra ditadura. Foi uma época de revoluções, lutas, repressões e censura. Muitos jovens e líderes de movimentos sociais foram mortos lutando contra a ditadura, alguns sumiram e não se sabe até hoje onde estão seus corpos. Foi uma época que marcou a história brasileira.

 

O QUE É DITADURA MILITAR?

A ditadura militar é um regime político comandado por membros das Forças Armadas. A última ditadura militar vigorou no Brasil por 21 anos, entre 1964 e 1985. Ditadura militar é o regime político no qual membros das Forças Armadas de um país centralizam política e administrativamente o poder do Estado em suas mãos, negando à maior parte dos cidadãos a participação e a decisão nas instituições estatais.

 

No Brasil, o período mais recente de ditadura militar ocorreu entre os anos de 1964 e 1985. Com o argumento de evitar a realização de uma ditadura comunista no Brasil, em período de Guerra Fria, as Forças Armadas brasileiras realizaram um golpe de Estado em 31 de março de 1964, que depôs o presidente João Goulart. Eleito como vice-presidente em 1960, Jango (como era conhecido) assumiu o poder após a renúncia de Jânio Quadros, em 1961.

 

Golpe de 64: Defendida pelos militares como uma ação revolucionária, a ditadura que vigorou no Brasil pode ser caracterizada como uma ditadura civil-militar. Isso em decorrência da efetiva participação de setores importantes do empresariado brasileiro, principalmente os ligados aos grandes bancos e federações industriais do país.

 

Consequências do regime militar no Brasil: A ditadura civil-militar no Brasil foi marcada pela extrema violência com a qual foram combatidos os opositores do regime. Prisões arbitrárias, torturas, estupros e assassinatos foram realizados pelas forças militares e policiais no país. Desde o primeiro momento, direitos políticos foram cassados, instaurando ainda uma rígida censura aos diversos meios de comunicação e à expressão literária e artística da população.

 

Atos Institucionais: Por meio dos Atos Institucionais, os cinco presidentes efetivos do período – Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo – governaram em muitos momentos sem o aval do Congresso Nacional. E mesmo quando este funcionou, era dominado pela Aliança Renovadora Nacional (Arena), o partido que apoiava o regime, apesar de haver um partido de oposição, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB).

 

O Ato Institucional nº 5 foi publicado no dia 13 de dezembro de 1968, assinado pelo presidente Costa e Silva e marcou a fase mais dura do período de ditadura militar no Brasil. O estopim para o AI-5 foi a proposta de boicote aos militares por parte do deputado Márcio Moreira Alves (1936-2009). Decretação do Ato institucional AI-5 foi considerado o mais rigoroso, pois aposentou pessoas com altos cargos, cassou mandatos, retirou o habeas-corpus e a violência dos militares cresceu ainda mais. Institucionalizou a repressão, suspendeu as garantias constitucionais e individuais, e afastou das universidades brasileiras os elementos considerados subversivos.

 

ECONOMIA DO BRASIL NA DITADURA CIVIL-MILITAR

Economicamente, o Brasil conheceu um intenso crescimento econômico, industrial e agrícola, principalmente em decorrência da grande soma de investimentos realizados pelo Estado e empresas estrangeiras, o que ficou conhecido como milagre econômico brasileiro. Todavia, houve também grande repressão aos movimentos de trabalhadores, o que manteve baixos os salários, pois as possibilidades de reivindicação eram mínimas. Além disso, esse crescimento não resultou em uma distribuição de renda; pelo contrário, durante a ditadura militar a concentração de renda nas mãos dos mais ricos cresceu no país.

 

O Governo Geisel herdou as consequências negativas do milagre econômico tais como o endividamento, o crescimento inflacionário e a recessão devido à crise internacional do petróleo. Pacote de Abril foi o nome dado pela imprensa para um conjunto de medidas impostas por Ernesto Geisel em 1º de abril de 1977. Essas medidas alteraram as regras para as eleições de 1978 e são consideradas um retrocesso ao processo de abertura política iniciada pelo mesmo presidente.

 

O MOVIMENTO ESTUDANTIL

Os Estudantes, organizados pela UNE, UBEs e respectivas UEEs, eram, antes de abril de 64, um dos grupos que mais pressionavam o governo João Goulart no sentido de fazê-lo avançar e, mesmo, radicalizar, na realização das reformas sociais. Por isso, aos olhos dos militares que tomaram o poder, eles eram um dos setores mais identificados com a esquerda, comunista, subversiva e desordeira; uma das formas de desqualificar o movimento estudantil era chamá-lo de baderna, como se seus agentes não passassem de jovens irresponsáveis, e isso se justificava para a intensa perseguição que se estabeleceu.

 

Logo em novembro de 1964 o governo Castelo Branco fez aprovar uma lei que ficou conhecida como lei “Suplicy de Lacerda”, nome do ministro da Educação, que reorganizava as entidades, proibindo-as de desenvolverem atividades políticas.

 

Os estudantes reagiram negando-se a participar das novas entidades oficiais e realizando manifestações públicas (passeatas), que se tornaram cada vez mais frequentes e concorridas. Ao mesmo tempo, o movimento estudantil procurou assegurar a existência das suas entidades legítimas, agora na clandestinidade.

 

Em 1968 – ano marcado mundialmente pela ação política estudantil – o movimento estudantil cresceu em resposta, não só a repressão, mas também em virtude da política educacional do governo, que já revelava a tendência que iria se acentuar cada vez mais, no sentido da privatização da educação, cujos efeitos são sentidos até hoje.

 

A política de privatização tinha dois sentidos: um era o estabelecimento do ensino pago (principalmente no nível superior) e outro, o direcionamento da formação educacional dos jovens para o atendimento das necessidades econômicas das empresas capitalistas (mão-de-obra e técnicos especializados). Estas diretrizes correspondiam à forte influência norte-americana exercida através de técnicos da USAID (agência americana que destinava verbas e auxílio técnico para projetos de desenvolvimento educacional) que atuavam junto ao MEC por solicitação do governo brasileiro, gerando uma série de acordos que deveriam orientar a política educacional brasileira.

 

As manifestações estudantis foram os mais expressivos meios de denúncia e reação contra a subordinação brasileira aos objetivos e diretrizes do capitalismo norte-americano. O movimento estudantil não parava de crescer, e com ele a repressão. No dia 28 de março de 1968 uma manifestação contra a má qualidade do ensino, realizada no restaurante estudantil Calabouço, no Rio de Janeiro, foi violentamente reprimida pela polícia, resultando na morte do estudante Edson Luís Lima Souto.

 

A reação estudantil foi imediata: no dia seguinte, o enterro do jovem estudante transformou-se em um dos maiores atos públicos contra a repressão; missas de sétimo dia foram celebradas em quase todas as capitais do país, seguidas de passeatas que reuniram milhares de pessoas.

 

Em outubro do mesmo ano, a UNE (na ilegalidade) convocou um congresso para a pequena cidade de Ibiúna, no interior de São Paulo. A polícia descobriu a reunião, invadiu o local e prendeu os estudantes.

 

MOVIMENTOS SINDICAIS

A greve dos metalúrgicos de Osasco, São Paulo, e de Contagem, Minas Gerais, ambas em 1968, foram as últimas manifestações operárias da década de 60. Em 12 de maio de 1978, a greve de 1.600 trabalhadores, no ABC paulista, marcou a volta do movimento operário à cena política. Em junho, movimento se espalhou por São Paulo, Osasco e Campinas. Até 27 de julho registraram-se 166 acordos entre empresas e sindicatos, beneficiando cerca de 280 mil trabalhadores. Nessas negociações, tornou-se conhecido em todo o país o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, Luís Inácio da Silva, o Lula.

 

Em consequência de uma greve realizada no dia 1º de abril de 1980 pelos metalúrgicos do ABC paulista e de mais 15 cidades do interior de São Paulo, no dia 17 de Abril, o ministro do Trabalho, Murillo Macedo, determinou a intervenção nos sindicatos de São Bernardo do Campo e Santo André, prendendo 13 líderes sindicais dois dias depois. A organização da greve mobilizou estudantes e membros da Igreja.

 

LIGAS CAMPONESAS

A resistência aconteceu também no campo. Além da sindicalização, registrou-se a formação de Ligas Camponesas que, sobretudo no Nordeste, sob a liderança do advogado Francisco Julião, foram importantes instrumentos de organização e de atuação dos camponeses. Em 15 de maio de 1984 cerca de 5 mil cortadores de cana e colhedores de laranja do interior paulista entraram em greve por melhores salários e condições de trabalho. No dia seguinte invadiram as cidades de Guariba e Bebedouro. Um canavial foi incendiado. O movimento foi reprimido por 300 soldados. Greves de trabalhadores se espalharam por várias regiões do país, principalmente no Nordeste.

 

A LUTA ARMADA

Parte da Esquerda brasileira optou pela luta armada como forma de resistir ao Regime Militar e abrir caminho para uma revolução. Destacaram-se: Ação Libertadora Nacional (ALN), liderada por Carlos Marighella, ex-deputado e ex-membro do Partido Comunista Brasileiro, morto numa emboscada em 69; Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), comandada pelo ex-capitão do Exército Carlos Lamarca, morto na Bahia, em 17 de setembro de 1971; e o Partido Comunista do Brasil (PC do B), uma dissidência do PCB.

 

As organizações armadas, conhecidas também como guerrilha, fizeram assaltos a bancos e sequestros de diplomatas para trocá-los por presos políticos e colaboradores do regime.

 

O único que não se envolveu com a resistência armada à ditadura foi o jornalista Carlos Lacerda. Antigo membro da UDN, Carlos Lacerda era um conservador que foi um entusiasta do Golpe de 1964, mas que se desiludiu com o regime quando percebeu que o Brasil se tornara um país governado por uma ditadura. Morreu em 1977, vítima de infarto.

 

A Ação Popular foi, na década de 60, um dos mais importantes movimentos de resistência ao regime militar. Teve origem em 1962 a partir de grupos católicos, especialmente influentes no movimento estudantil. De 62 até 1972 a Ação Popular fez todos os presidentes da UNE. De inicialmente moderada a AP passou a discutir a necessidade da luta armada, devido à radicalização dos órgãos de repressão. A AP lançou o movimento Contra a Ditadura e em 67 mudou sua sigla para APML (Ação Popular Marxista-Lenista) buscando aliar-se aos movimentos camponeses e de boias-frias. Vários líderes da AP foram assassinados. A AP terminou com sua incorporação ao PC do Brasil.

 

INDÍGENAS: O CAPÍTULO POUCO LEMBRADO DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA

Dez etnias indígenas estão entre as vítimas apontadas na Comissão Nacional da Verdade. Entenda o conflito entre esses grupos e o regime militar. O massacre de indígenas na ditadura militar brasileira vem desde o governo Castelo Branco de 1964, que através do Plano de Integração Nacional (PIN), procurou expandir as fronteiras internas do Brasil. Isso significou perseguição, prisão, tortura e assassinato de lideranças indígenas, que lutavam por seus territórios e cujo comportamento era considerado inadequado ao projeto desenvolvimentista do país.

 

A Comissão Nacional da Verdade apontou a inclusão de dez etnias indígenas entre as vítimas das violações de direitos humanos no regime militar. Segundo o relatório, de 1964 a 1985, 8.350 indígenas foram mortos em massacres, roubo de terras, remoções forçadas dos territórios, prisões, torturas e maus-tratos.

 

A psicanalista Maria Rita Kehl, responsável pelo capítulo dedicado às comunidades indígenas, investigou a violação de direitos humanos entre esses povos e identificou, por exemplo, que os indígenas da etnia Cinta Larga, de Rondônia, foram os mais atacados: 3.500 perderam a vida durante a ditadura.

 

Os ataques iam de envenenamento por alimentos misturados com arsênico a aviões que atiravam para as crianças das aldeias brinquedos contaminados com vírus de sarampo ou varíola. “Muitas dessas violações foram cometidas com a conivência do governo federal, por meio do SPI (Serviço de Proteção ao Índio), e depois da Funai”, afirma o relatório.

 

A abertura da Rodovia Transamazônica, projeto que pretendia atravessar o país através da Amazônia, também contribuiu para o massacre: 29 grupos indígenas foram afetados tragicamente, dentre eles 11 etnias isoladas. Apenas com a Constituição de 1988, instaurada após o fim da ditadura, o direito à terra e à diferença cultural foi consolidado novamente para esses povos.

 

Incompreensão de longa data

A vista grossa dos diversos governos brasileiros para a ação violenta de seringueiros, garimpeiros e grileiros contra indígenas, como se sabe, não terminou com o fim da ditadura. E se até hoje aldeias são invadidas e tratadas com pouco cuidado, a origem desse descaso talvez esteja naquele primeiro contato dos espanhóis com os nativos do nosso país.

 

O frei Gaspar de Carvajal, espanhol que em 1541 acompanhou a expedição de Francisco de Orellana cruzando o rio Amazonas, já expunha a incompreensão do europeu com o estilo de vida indígena. Em seus relatos, ele afirma que esses povos eram “seres animalescos e sem Deus”, que não mereciam atenção e nem mesmo uma tentativa de coexistência.

 

O religioso defendeu, junto ao Estado espanhol, que as sociedades indígenas da Amazônia deveriam ser erradicadas, destituídas de seus grupos e colocadas a serviço da colonização – escravizadas, portanto.

 

Embora seja muito antigo, o relato de Carvajal não é tão diferente do que ainda encontramos atualmente. “A cavalaria brasileira foi muito incompetente. Competente, sim, foi a cavalaria norte-americana, que dizimou seus índios no passado e, hoje em dia, não tem esse problema em seu país”. A fala é de 1998. Seu autor, o atual presidente do Brasil.

 

REPRESSÃO AOS NEGROS

A ditadura militar instaurada há exatos 55 anos no Brasil espionou, perseguiu e minou a luta de movimentos raciais no Brasil na segunda metade da década de 1970 e início de 1980. Documentos confidenciais obtidos pelo UOL junto ao Arquivo Nacional revelam que militares se infiltraram nos grupos, ficharam os líderes e tentaram a todo custo impedir que a luta dos negros crescesse.

 

Segundo os documentos, o movimento negro se configurava um problema porque repudiava o regime, contestava a propaganda oficial de um país sem racismo e encampava a necessidade do restabelecimento da democracia. Para a ditadura, o racismo servia ainda como "desculpa" para a criação de grupos que visavam prejudicar a "ordem social" do país. Além disso, os relatórios viam ligação estreita entre muitos desses líderes e movimentos de esquerda que lutavam contra o governo militar.

 

Durante o regime, 41 líderes negros morreram ou desapareceram após supostas ações militares, segundo dados da Comissão da Verdade de São Paulo. Há ainda relatos por todo o país de centenas de prisões políticas e casos de tortura envolvendo integrantes de lutas contra o racismo.

 

SLIDES:

CLIQUE AQUI para baixar os slides utilizados nessa aula


 

FILMES:

Batismo de Sangue baseado em Livro do Frei Beto

https://youtu.be/YuwY9vkkAYw

 

Zuzu Angel baseado em relatos da própria estilista

https://youtu.be/TUv1BTLBSBQ

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒

 

Organize a agenda e realize tudo no prazo para evitar prejuízos e constrangimentos.

 

CLIQUE AQUI para realizar a atividade avaliativa dessa aula.

Prazo: até 17/09/2021 – Portfólio

 

Para verificar quem realizou essa atividade CLIQUE AQUI!

Nenhum comentário:

Postar um comentário